IPCA-15 tem alta de 1,15% na região metropolitana Belém no mês de março

A prévia da inflação na região metropolitana de Belém obteve alta no mês de março de 2022, indo de 0,94% em fevereiro para 1,15% em março. Dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgados hoje (25) pelo IBGE.

O mês de março de 2022 foi o terceiro mês com a maior alta na prévia da inflação em um ano, tendo a porcentagem menor apenas que setembro de 2021 (1,33%) e março de 2021 (1,49%).

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Belém ficou em terceiro lugar na tabela das regiões com a maior alta no mês, cujas porcentagens em ordem crescente foram: Brasília (0,61%), São Paulo (0,71%), Porto Alegre (0,82%), Fortaleza (0,99%), Recife (1,05%), Belo Horizonte (1,05%), Salvador (1,06%), Rio de Janeiro (1,11%), Belém (1,15%), Goiânia (1,19%) e Curitiba (1,55%).

No que se refere o acumulado ano, a região de Belém também obteve alta, atingindo o quarto lugar perante as demais regiões, variando de 1,76% em fevereiro para 2,93% em março. A região somente ficou atrás de Belo Horizonte (2,94%), Curitiba (3,02%) e Salvador (3,9%).

Dentre os grupos que tiveram mais alta no mês de março de 2022 na região, destacaram-se: Saúde e Cuidados Pessoais (3,06%), Alimentação e Bebidas (1,68%), Artigos de Residência (1,38%), Vestuário (1,35%), Transportes (0,53%), Habitação (0,48%), Educação (0,27%), Despesas Pessoais (0,16%) e Comunicação (0,03%).

A pesquisa também apontou que, dentre os alimentos que tiveram maior destaque na alta dos preços em março, encontram-se: cenoura (37,91%), batata-inglesa (15,04%), tubérculos, raízes e legumes (12,52%), melancia (12,5%) e banana-prata (11,38%). Já no que se refere o grupo de Saúde e Cuidados pessoais, a maior alta veio de produtos relacionados à higiene pessoal (6,54%) e de serviços laboratoriais e hospitalares (0,38%).

No que se refere os dados do país, o IPCA-15 também teve alta, embora tenha ficado 0,04 ponto percentual abaixo da taxa de fevereiro (0,99%), os índices de março no Brasil foram para 0,95%. Foi a maior variação para um mês de março desde 2015 (1,24%). O maior impacto e a maior variação (1,95%) vieram de Alimentação e bebidas, seguidos de Saúde e cuidados pessoais, cujos preços subiram 1,30%, após a queda observada em fevereiro (-0,02%) e Transportes, cuja alta foi de 0,68%.

Com informações da Assessoria